Relatórios, métricas e resultados


Esses termos que dão nome ao artigo podem parecer conflitantes para alguns e complementares para outros, mas não iremos olhá-los com esses olhos. Cada um tem sua importância distinta no processo de trabalho de uma empresa. Porém, é preciso se atentar ao que cada um representa.

Os Relatórios e as métricas

O mercado está repleto deles. Ou melhor, de empresas que mergulham neles atrás de descobertas acerca de seu sucesso ou queda de desempenho. Mas a verdade é que, muitas vezes, eles não apresentam dados relevantes aos pontos que mais precisam de atenção. Sendo assim, métricas e medições, que em sua maioria servem apenas para te distrair do seu foco real.

Quando são feitos por suas agências ou equipes de marketing então...Socorro! É parar um dia inteiro para analisar números e planilhas, na esperança de realmente entender algo contido ali.

Respire... não estou dizendo que não são úteis, mas vamos nos atentar ao que realmente importa? Quais dados são importantes para você nesse momento? O que realmente vai trazer sucesso ou não ao seu negócio?

Os resultados

Antes de fazer um relatório para nosso cliente ou chefe, precisamos nos atentar a alguns pontos chave. Isso, para garantir que quem o receba, consiga assimilá-lo de forma plena e entenda todo o universo a que o mesmo se refere. São eles:

- O que está sendo mensurado? Qual sua relevância?;

- Os números refletem uma melhora ou piora no desempenho (vendas, produção, etc)? Caso a resposta seja sim, especifique sempre;

- Seu cliente/chefe deu algum retorno sobre o andamento da campanha/trabalho ao longo de sua execução que lhe ajudasse a ter uma ideia do progresso do mesmo?

- Números – Você deve estar pensando: “Contra números não há argumentos!” – Verdade. Mas não são todos os números que devem constar aqui. Se atente ao que realmente é indispensável e está de acordo com os objetivos traçados antes do começo do trabalho.

- Explique. – Ninguém é obrigado a ter o mesmo conhecimento específico que você - Tenha sempre a proatividade e boa vontade de explicar item por item dos relatórios que envia, afim de tornar a compreensão de quem o está recebendo ainda mais fácil. E torna-lo útil.

- E por fim, seja objetivo! – Isso mesmo, menos é mais! - Não adianta preencher folhas e mais folhas se, na hora da reunião, você acabará sendo questionado sobre um “resumo”.

Veja bem, não estou afirmando como você deve ou não fazer seus relatórios. Mas uma dica construtiva é sempre bem-vinda, não é verdade?!

Por experiência própria, posso garantir a vocês: cada cliente tem sua “linguagem”. Podem ter aqueles em que as montanhas de planilhas farão realmente sentido, mas também terão os que em uma lauda você o deixa totalmente “por dentro” do que está acontecendo.

Se eu puder “bater em uma tecla” com vocês, é essa: antes de produzir seu relatório, feedback ou qualquer documento do tipo, se atente ao perfil de quem irá recebê-lo e transmita a mensagem de maneira adequada.


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